Estatutos

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Regulamento Interno

INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL

Denominação, sede e fins

A INTERVENÇÃO-ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL, tomou esta designação por escritura pública de onze de novembro de dois mil e cinco, lavrada no cartório notarial de Chaves, ocupa 4 folhas, tem aposto o selo branco do referido cartório, estando todas numeradas e rubricadas pelo notário. A INTERVENÇÃO rege-se pelos estatutos, cuja sumula foi publicada no Diário da República número mil seiscentos e dois, terceira série, de 23 de Janeiro de dois mil e seis e pela alteração introduzida em Assembleia Geral de cinco de setembro, registada no cartório notarial de Ponte de lima em 30 e setembro de 2014.

Este Regulamento Interno, foi aprovado em assembleia geral de 5 de Setembro do ano de dois mil e catorze revisto à luz dos estatutos da associação, com as alterações introduzidas na sua alteração, e visa regular a ação da INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARAPROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL.

A Associação continua a denominar-se INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL e é constituída por tempo indeterminado, tem âmbito nacional e não tem fins lucrativos.

A sede da Associação situa-se em Lagarelhos, na Rua da Capela, freguesia de S. Pedro de Agostém, 5400-759 Chaves.

A Associação adota como endereço postal o Apartado 609 código postal 5400-908 Chaves.

A INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL tem por finalidade promover em todo o território nacional:

  1. A formação nas áreas do social, cultural, educativo,  artístico nomeadamente no teatro, associativismo, gerontologia, geriatria, turismo, desenvolvimento local, fantoches e formas animadas;
  2. A formação de Animadores Socioculturais e agentes intervenção na vertente do social, cultural e educativo.
  3. A edição de livros, revistas e outros nos domínios descritos em um;
  4. A organização e realização de encontros, seminários, jornadas, palestras, conferências, congressos nacionais e internacionais nas áreas referidas em um.

  1. Poderão ser sócios todas as pessoas individuais, independentemente da sua nacionalidade  ou sexo, que aceitem concorrer para a concretização dos objetivos expressos nos estatutos da INTERVENÇÃO e se comprometam a respeitá-los bem como às demais normas aprovadas pelos órgãos sociais.
  2. Os sócios serão agrupados de acordo com os direitos e deveres para com a Associação em sócios efetivos.
  3. São direitos dos sócios efetivos:
    1. Elegerem e serem eleitos para os órgãos da associação;
    2. Participarem em todas as atividades promovidas pela associação;
    3. Serem informados de toda a vida associativa, através da assembleia geral ou de outros órgãos;
    4. Não serem excluídos da associação sem prévia deliberação da Assembleia geral da associação;
  4. São deveres dos sócios efetivos:
    1. Contribuir para o engrandecimento e afirmação da Associação em todo o território nacional através do empenhamento e ação voluntária na realização de ações inscritas no seu plano de atividades;
    2. Exercer, no interesse comum dos associados e no cumprimento dos objetivos estatutários, os cargos para que sejam eleitos;
    3. Cumprir as decisões dos órgãos da associação nos termos dos estatutos, do Regulamento Interno e da Lei,-

  1. São órgãos da Associação  a Assembleia Geral, A direção e o Conselho Fiscal.
  2. O mandato dos órgãos sociais é de três anos.
  3. Os membros dos órgãos sociais devem exercer os seus cargos com zelo e assiduidade, perdendo o seu mandato se faltarem a mais de três reuniões seguidas sem motivo justificado.
  4. Os membros dos órgãos sociais podem renunciar ao mandato, devendo solicitá-lo ao Presidente da Assembleia Geral, que sobre o pedido se deverá pronunciar no prazo de trinta dias úteis.
  5. Se a Direção se demitir ou perder a maioria dos seus membros, o Presidente da Direção comunicará ao Presidente da Assembleia Geral, que por sua vez convocará uma Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral no prazo de trinta dias úteis, para eleição de uma nova Direção.
  6. Durante este período, os membros da Direção demissionária manter-se-ão em funções de gestão corrente.
  7. No caso de demissão da Mesa da Assembleia Geral e/ou do Conselho Fiscal, ou da maioria dos seus membros, a Direção convocará uma assembleia geral Extraordinária para preenchimento dos cargos vagos.
  8. Sempre que se verifique a renúncia ou perda de mandato de qualquer dos membros dos corpos sociais da INTERVENÇÃO, compete ao Presidente da Assembleia Geral:
    1. Dar conhecimento aos restantes membros dos corpos sociais;
    2. Convocar uma reunião de todos os órgãos visando a análise da situação criada;
    3. Chamar ao exercício de funções um sócio e submetê-lo à aprovação da assembleia Geral.
  9. Os membros da Direção são convocados para as reuniões ordinárias pelo respetivo Presidente, ou por quem o substitua no momento, com a antecedência mínima de vinte e quatro horas, e só podem deliberar com a presença da maioria dos diretores em exercício de funções.
  10. As deliberações são tomadas por maioria de votos dos presentes, tendo o Presidente ou quem o substitua o direito de voto de qualidade em caso de empate.
  11. Os membros dos órgãos sociais são eleitos em lista completa que deverá ser apesentado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral cessante, até 8 dias úteis, antes da Assembleia Eleitoral.
  12. Os membros propostos para os órgãos sociais deverão fazer declaração de aceitação, não podendo figurar em mais do que uma lista.
  13. Os boletins e voto, onde constarão os nomes dos candidatos, serão em papel impresso da INTERVENÇÃO sem marca ou sinal exterior.
  14. As eleições far-se-ão por escrutínio secreto, sendo proclamada eleita a lista mais votada.
  15. Se dentro dos prazos previstos não aparecer nenhuma lista concorrente e a situação se mantiver durante a Assembleia geral, deverá o Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicitar aos corpos gerentes cessantes que se mantenham em funções por um período de trinta dias úteis e deverá convocar uma nova Assembleia Geral Extraordinária e dinamizar o processo eleitoral, no sentido de ultrapassar a situação criada.

  1. A Assembleia geral é constituída por todos os sócios admitidos há, pelo menos, dois meses, e não estejam suspensos.
  2. A Assembleia Geral é dirigida pela respetiva mesa que se compõe de um Presidente, um primeiro Secretário e um segundo Secretário.
  3. Na falta ou impedimento de qualquer dos membros da Mesa da Assembleia geral, competirá a esta eleger os respetivos substitutos de entre os associados presentes, os quais cessarão funções no final da reunião.
  4. Compete à Mesa da Assembleia Geral :
    1. Dirigir, orientar e disciplinar os trabalhos da assembleia;
    2. Representar a Associação nos casos em que tal seja necessário;
    3. Decidir sobre os protestos e reclamações respeitantes aos atos eleitorais,  sem prejuízo de recurso nos termos legais;
    4. Conferir posse aos membros dos corpos sociais eleitos.
  5. Compete à Assembleia Geral deliberar sobre todas as matérias não compreendidas nas atribuições legais ou estatutárias dos outros órgãos nomeadamente:
    1. Definição das linhas fundamentais de atuação da Associação;
    2. Eleger e destituir, por votação secreta, ao membros da Mesa, da Direção e do Conselho Fiscal;
    3. Apreciar e votar anualmente o plano da atividades e orçamento, para o ano seguinte, bem como o relatório de e contas da Direção;
    4. Deliberar sobre a aquisição onerosa e alienação, a qualquer título, de bens imóveis e de outros bens patrimoniais de rendimento, de valor histórico ou artístico;
    5. Deliberar sobre a alteração dos Estatutos, Regulamento Interno e ainda sobre a a extinção ou fusão da Associação;
    6. Deliberar sobre a aceitação de integração de uma instituição e respetivos bens;
    7. Autorizar a associação a demandar os membros dos corpos Diretivos por atos praticados no exercício as suas funções;
    8. Aprovar a adesão a Uniões, Federações ou Confederações nacionais ou estrangeiras;
  6. A assembleia Geral reunirá ordinariamente:
    1. No final de cada mandato;
    2. Durante o mês de dezembro de cada ano para votação do Plano de Atividades e orçamento do ano seguinte;
    3. Até 31 de Março de cada ano para votação do relatório e contas do ano anterior.
  7. A Assembleia Geral reunirá em sessão extraordinária quando convocada pelo Presidente da Mesa da assembleia Geral; a pedido da direção; a pedido do Conselho Fiscal ou por requerimento de, pelo menos, 20% dos Associados em pleno gozo dos seus direitos.
  8. As convocatórias deverão ser enviadas para os sócios por correio eletrónico e, no caso de não existir este meio, por carta através dos correios.
  9. Poderá haver votação através de meios diretos de internet, sempre que algum dos sócios manifeste a vontade de participar na votação e não lhe seja possível estar presente.

  1. A direção é constituída por um Presidente, um Vice Presidente, um Secretário, um Tesoureiro e um Vogal.
  2. No caso de vacatura do cargo de Presidente, ou outro elemento, será aplicado o regime e substituição de acordo com a hierarquia diretiva.
  3. Todos os membros dos outros órgãos poderão assistir às reuniões da Direção mas sem direito a voto.
  4. Compete à Direção gerir a Associação e representá-la bem como:
    1. Garantir os direitos dos sócios;
    2. Elaborar anualmente e submeter ao Conselho Fiscal o relatório e contas;
    3. Elaborar o orçamento e plano de atividades para o ano seguinte;
    4. Assegurar a organização e funcionamento dos serviços, bem como a escrituração nos livros nos termos da lei;
    5. Contratar e organizar o eventual quadro de pessoal;
    6. Representar a Associação em juízo e fora dele;
    7. Zelar pelo cumprimento da lei dos estatutos, regulamento interno, e das deliberações emanadas dos órgãos Diretivos da Associação.

Compete ao presidente da Direção:

  1. Superintender na administração da associação, orientando e fiscalizando os respetivos serviços;
  2. Convocar e presidir às reuniões da Direção, dirigindo os respetivos trabalhos;
  3. Representar a associação em Juízo e fora dele;
  4. Assinar e rubricar os termos e abertura e encerramento   e as folhas do livro de atas da   Direção;
  5. Despachar assuntos normais de expediente e outros que careçam de solução urgente, sujeitando estes últimos à confirmação da Direção na primeira reunião seguinte ao ato.

Compete ao Vice Presidente:

  1. Em articulação com o Presidente deve: Superintender na administração da associação, orientando e fiscalizando os respetivos serviços;
  2. Convocar e presidir às reuniões da Direção, dirigindo os respetivos trabalhos na ausência do Presidente;
  3. Representar a associação em Juízo e fora dele;
  4. Substituir o Presidente no impedimento deste;
  5. Despachar assuntos normais de expediente e outros que careçam de solução urgente, sujeitando estes últimos à confirmação da Direção na primeira reunião seguinte ao ato.

Compete ao Secretário

  1. Lavrar as atas das reuniões da Direção e superintender nos serviços de expediente;
  2. Prepara a agenda de trabalhos para as reuniões da Direção, organizando processos dos assuntos a serem tratados;
  3. Superintender nos serviços de secretaria.

Compete ao Tesoureiro

  1. Receber e guardar os valores da Associação:
  2. Promover a escrituração de todos os livros de receita e despesa;
  3. Assinar as autorizações de pagamento e guias e receita, conjuntamente com o Presidente ou Vice Presidente;
  4. Apresentar mensalmente à Direção o balancete em que se discriminam as despesas e as receitas o mês anterior;
  5. Superintender nos serviços de contabilidade e secretaria.

Compete ao Vogal

Apoio à direção nas tarefas de gestão.

  1. A Direção reunirá sempre que julga necessário por convocação do Presidente e, obrigatoriamente, uma vez por mês.
  2. Nas operações financeiras são obrigatórias duas assinaturas, sendo sempre uma do Tesoureiro e a outra do Presidente ou do Vice Presidente.
  3. Nos atos de mero expediente bastará a assinatura de qualquer membro da Direção.

  1. O Conselho Fiscal é composto por três membros, sendo um Presidente um primeiro vogal e um segundo vogal.
  2. No caso de vacatura do cargo de Presidente, será o mesmo preenchido pelo primeiro vogal e este substituído por um associado proposto pela Direção ao Presidente da Mas da assembleia Geral, constando o ato da substituição em ata específica.
  3. Compete ao Conselho Fiscal:
    1. Exercer a fiscalização sobre a escrituração e documentos da Associação sempre que tal se justifique;
    2. Assistir ou fazer-se representar por um dos seus membros às reuniões do órgão executivo, sempre o julgue conveniente;
    3. Dar parecer sobre o relatório e contas e outros assuntos que o órgão executivo submeta à sua apreciação;
  4. O Conselho Fiscal poderá solicitar à Direção elementos que considere necessários ao cumprimento das suas atribuições, bem como propor reuniões extraordinárias para discussão, com aquele órgão, de determinados assuntos cuja importância o justifique.
  5. O Conselho Fiscal reunirá sempre que julgar conveniente, por convocação do Presidente e, obrigatoriamente, pelo menos uma vez por ano.

  1. As receitas da Associação INTERVENÇÃO compreendem:
    1. Subsídios;
    2. Donativos;
    3. Patrocínios
    4. Venda de artigos e serviços;
    5. Outros provenientes de atividades da Associação;
    6. Quaisquer outras receitas não especificadas e de carater legal.

Constituem encargos da associação:

  1. Os encargos com a sede.
  2. Os custos de deslocações de técnicos e diretores quando ao serviço da Associação.
  3. Os encargos com técnicos, animadores, formadores e outros especialistas quando exercerem funções ao serviço da Associação.
  4. Os encargos com as atividades, ações de formação, congressos, jornadas, seminários, fóruns e com a edição de livros jornais e revistas.
  5. Os encargos de expediente, água, luz, telefone, internet e outros.
  6. Despesas com publicidade.
  7. Outras despesas não especificadas.

O poder disciplinar na INTERVENÇÃO é exercido pela Direção dando sempre conhecimento à Assembleia Geral através do seu Presidente.

Os autores de infrações e de comportamento anómalos ficam sujeitos às seguintes penalidades:

  1. Repreensão registada;
  2. Suspensão até noventa dias;
  3. Expulsão.

As penalidades referidas em b) e c) serão obrigatoriamente votadas em Assembleia Geral.

  1. O presente Regulamento Interno, aprovado em Assembleia geral de cinco de Setembro de dois mil e catorze, entra em vigor após a publicação da alteração dos estatutos.
  2. Este Regulamento é composto por treze artigos.
  3. As disposições do presente Regulamento Interno prevalecem sobre quaisquer normas anteriores ou em contradição com elas.
  4. Em caso de dissolução todos os bens materiais da Associação reverterão para entidades de interesse social e comunitário.

Ponte de Lima, cinco de Setembro de dois mil e catorze
 

A Presidente da Assembleia Geral

José Eduardo de Matos Lisboa

O primeiro Secretário

Lúcia Pereira da Cunha

O segundo Secretário

João Francisco Lopes Xavier

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Oficinas/Workshops/Mesas redondas

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: Envelhecimento na comunidade como método para um envelhecimento

Orientador:

Dr. Albino Viveiros – Exerce funções como técnico superior de animação sociocultural na Câmara Municipal de Machico.

Sinopse :

O objetivo do grupo de trabalho é a discussão/reflexão em torno das questões prementes do envelhecimento ativo a partir do paradigma do envelhecimento na comunidade. Este paradigma é o ponto de partida para o debate sobre as “políticas de envelhecimento” integradas no horizonte dos âmbitos cultural, educativo e social. 

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: O terreno social e os agentes de intervenção

Orientador:

Professora Doutora Florbela Samagaio

Sinopse :

Atribuir visibilidade social aos profissionais do trabalho social junto dos idosos; sensibilizar para a diversidade de perfis profissionais  tendo o idoso como destinatário direto ;promover o trabalho interdisciplinar em torno dos profissionais que trabalham com idosos; estimular a participação dos profissionais na aferição das respetivas identidades profissionais

Obs:

Este Grupo de trabalho apenas funciona na 5ª feira

Título da Oficina:

Oficina sobre Educação Comunitária Intergeracional

Orientador:

Professora Doutora Lurdes Nico e Professor Doutor Bravo Nico

Sinopse :

A Educação Comunitária Intergeracional oferece um Ecossistema Solidário vital e de relação humana em que o processo de envelhecimento é encarado como uma dimensão humana natural e, simultaneamente, uma oportunidade de construção de processos educativos, participados e solidários.

Título da Oficina:

Workshop – Exercícios de dupla tarefa para idosos com e sem demência.

Orientador:

Professora Doutora Michele Marinho da Silveira. Fisioterapeuta com estágio Pós-Doutoral em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil. Doutora em Gerontologia Biomédica pela PUCRS e Mestre em Envelhecimento Humano pela UPF.

Atua como atendimento de idosos e é professora na faculdade IMED em cursos de graduação na área da saúde

Sinopse :

Esta oficina tem como objetivo a partilha de técnicas de avaliação e intervenção centradas na funcionalidade do idoso. As demências são doenças crônicas em que ocorre a perda progressiva da cognição, com comprometimento de suas funções sociais e funcionais. Consequentemente, a funcionalidade envolve a diminuição da autonomia e/ou da independência restringindo a participação social do indivíduo. Por sua vez, a independência e autonomia estão intimamente relacionadas ao funcionamento integrado e harmonioso dos seguintes domínios funcionais: cognição, humor/comportamento, mobilidade e comunicação.

Portanto, esta oficina incluirá práticas com exercícios de dupla tarefa para idosos com e sem demência buscando estimular a funcionalidade motora e cognitiva. 

Título da Oficina:

Oficina: metodologia e técnicas participativas para o desenvolvimento de novos projetos de animação sociocultural para idosos

Orientador:

Professor Doutor Victor Ventosa

Sinopse :

Mediante a aplicação de una metodologia ativa e das suas  correspondentes técnicas de participação, desenharam se  em pequenos grupos alguns provectos inovadores de animação sociocultural cone pessoas idosas  a partir de determinadas variáveis descritas  na minha conferencia sobre o envelhecimento  no  futuro.

Obs:

Esta oficina apenas funciona na 6ª feira

Título da Oficina:

Oficina: da escuta à participação: uma proposta para a intervenção comunitária com idosos.

Orientador:

Dr. Luis Gómez García – Licenciado em Historia. Pós-graduação em Gerontologia Social. Gerente de Hartford, S.L.

Sinopse :

Esta oficina oferece aos participantes uma visão de una proposta de metodologia e de técnicas para a ajuda a centrarem-se no foco da intervenção comunitária a partir da dimensão social.

Título da Oficina:

Workshop – Animação Teatral e Envelhecimento Ativo

Orientador:

Mestre Laura Patrícia Silva Fernandes Faria Ganilo – Mestre em Educação Artística com especialização em Teatro na Educação pela Escola Superior de Educação de Lisboa. Licenciada em Animação Sociocultural pela Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto da Guarda. Atualmente é Animadora Sociocultural na Associação de Reformados de Benfica e colaboradora no Centro de Apoio ao Estudo, Grandes Ideias. Foi professora de Expressões do 1º Ciclo, durante dois anos.

Sinopse :

Este workshop tem como objetivo a partilha de métodos e técnicas de Animação Teatral, salientando a importância do uso da Criatividade e do Imaginário quando planeamos atividades teatrais para idosos. O trabalho será dinamizado com base no conceito de envelhecimento criativo e na fomentação do espírito crítico. Despoletando, desta forma, a partilha de ideias e o trabalho em grupo.

Título da Oficina:

Oficina de Dança Criativa

Orientador:

Professora Doutora
Alexandra Leiria-Formigo – Doutorada em Sociologia, área da Saúde, pela
Universidade de Évora, Portugal. A exercer funções como Enfermeira
Especialista em Reabilitação, no Centro de Saúde de Évora (Unidade de
Saúde Familiar SOL).

Sinopse :

Os efeitos da prática da dança criativa traduz-se em melhorias significativas no peso; altura; índice de massa corporal; força; resistência e flexibilidade dos membros superiores e inferiores; mobilidade física (agilidade, velocidade, equilíbrio dinâmico e resistência aeróbica); satisfação com a vida e consequentemente nas atividades de vida diária

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: A intervenção social junto dos idosos: perceções das identidades profissionais a partir do terreno

Orientador:

Professora Doutora Florbela Samagaio – Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti.
Intervenão em projetos como Trajetórias Socioprofissionais, Voluntariado Missionário , Educação e capacitação para os Direitos na Infância e Juventude, Relações Escola-Família e Mapeamento Digital de territórios de vulnerabilidade social.

Sinopse :

Este grupo de trabalho  visa a criação de um espaço de debate e de troca de saberes e de experiências sobre os perfis profissionais do trabalho social com idosos e sobre modelos de intervenção social e práticas de referência a partir da experiência de trabalho no terreno.

Obs:

Funciona apenas no dia 7

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: Concretização da Criação de Rede Lusófona de Animação Sociocultural e Revista Cientifica de Animação Sociocultural

Orientador:

Coordenação: Professor Doutor Marcelino de Sousa Lopes /Dr. Dantas Lima/ Dr. Albino Viveiros/ Professor Doutor Ernesto Candeias/ Professor Doutor Joaquim Escola/ Professor Doutor Rui Fonte

Sinopse :

Processo de concretização dos projetos: Rede Lusófona de Animação Sociocultural e Revista Cientifica de Animação Sociocultural

Obs:

Funciona apenas no dia 8

Título da Oficina:

Oficina de Criatividade e a descoberta do “Eu”

Orientador:

Mestre Hugo Castro Andrade Mentor, dinamizador e dirigente da Associação Olho.te, no Funchal. Mestre em Teatro – Especialização em Teatro e Comunidade pela Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Ator profissional de Teatro pela Escola Profissional Ballet Teatro no Porto. Formador de Expressão Dramática ao Curso de Animador Sociocultural na Escola Profissional Atlântico. Fundador e orientador do Grupo Teatro Sénior Mina d’Arte da Amadora (Teatro de Identidades).

Sinopse :

Esta oficina procura a criatividade e descoberta do “eu” interior através da ” viagem” que cada um/a “percorre” durante a sessão de concentração e meditação imbuído/a na música de fundo e voz de quem orienta a sessão. As emoções como a raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza, surpresa, ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha, inveja, vêm ao de cima. Os protagonistas entram no estado de “voo” e projetam através do desenho, pintura, colagens, escritos, as emoções, memórias, histórias, sentimentos, pertença do seu espaço, que é seu corpo e mente, território e identidade, na forma de mapas à escala que cada um/a atribui

Título da Oficina:

Oficina Intervenção em grupo – sugestões e operacionalização das mesmas.

Orientador:

Mestre Susana Duarte – Licenciada e mestrada em Psicologia Clínica e da Saúde, pela Universidade da Beira Interior. Pós-graduada em Intervenção com doentes de Alzheimer e outras demências, pelo Instituto Miguel Torga. Formação em Arte terapia e musico terapia, pela Education and Culture DG – Lifelong Learning Programme, Bulgária.. Atualmente exerce atividade na UCCI da SCM de Castelo Branco. Formadora e facilitadora de Grupos de Suporte Emocional para Cuidadores informais. Criadora de jogos de intervenção em grupo para idosos e dinâmicas intergeracionais. Organizadora e palestrante em diversos seminários e congressos. Autora do livro Protocolo Individual de Estimulação Cognitiva.

Sinopse :

O principal objetivo da oficina será uma breve recolha das necessidades sentidas junto dos participantes, com vista à partilha de sugestões de intervenções em grupo e/ou individuais que capacitem os mesmos de conhecimentos aplicáveis à sua realidade. Partilhar sugestões de intervenção na estimulação/manutenção cognitiva promotora de uma boa qualidade de vida e autonomia. Empoderar os participantes com técnicas de inteligência emocional que lhes permita atuar sem negligenciar o seu próprio bem-estar e realização pessoal/profissional.

Título da Oficina:

Oficina Planos de atividades para idosos – da teoria à prática

Orientador:

Mestre Ana Marta Martins – Mestre em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, licenciada em Animação Socioeducativa pela Escola Superior de Educação de Coimbra.

Sinopse :

São vários os estudos que comprovam que a animação sociocultural é fundamental nas diversas estruturas de acolhimento de idosos devido às suas vantagens no aumento da qualidade de vida do idoso. Para que isso seja possível, é necessário que a animação seja bem pensada, estruturada e de acordo com as necessidades e interesses do seu público. Acima de tudo, necessita de aliar o saber, ao saber-fazer e fazer com um propósito.

Desse modo, a presente oficina pretende partilhar algumas dicas de como elaborar planos de atividades para idosos institucionalizados, começando com algumas luzes teóricas e, posteriormente, passando para experiências práticas.    

Título da Oficina:

Oficina Corpo e Mente Ativa – Princípios de Desenvolvimento e Bem-estar

Orientador:

Doutoranda Andreia Santos em Motricidade Humana, pela Universidade de Lisboa

Sinopse :

É imprescindível uma intervenção no envelhecimento ativo assente numa metodologia multidimensional e integrada, pelo que a compreensão das competências motoras, afetivas e cognitivas é fundamental para uma intervenção bem direcionada. Nesta ação pretende-se refletir, de forma partilhada e integrada, sobre as práticas catalisadoras do Desenvolvimento e Bem-estar dos séniores sob uma perspetiva de envelhecimento ativo e saudável. Objetivos: Conhecer e/ou aprofundar conhecimentos sobre a intervenção psicomotora na população sénior, sob a perspetiva: Corpo e Mente ativa; Desenvolver uma perspetiva integrada e multidimensional, orientada para as soluções e recursos, na intervenção.

Obs:

Esta oficina apenas funciona no dia 26 de Novembro

Título da Oficina:

Oficina: “Olhar o passado para o reinventar”

Orientador:

Professora Doutora Madalena Leitão, Professora Doutora Helena Tomás; Professora Doutora Margarida Afonso; e Dra. Paula Peres – docentes da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco. 

Sinopse :

Esta oficina, baseada em experiências desenvolvidas com alunos de Animação, parte de um elemento artesanal de tradição popular para a exploração de materiais, de forma a criar soluções alternativas mais contemporâneas, potenciando assim os saberes dos mais idosos, numa perspetiva interdisciplinar e intergeracional.

Título da Oficina:

Oficina: “Bom dia, jovens! Como é que estamos hoje?”

Orientador:

Doutoranda Cristina Coelho – Licenciada, mestre e doutoranda em Serviço Social. Prof.ª Doutora Isabel de Sousa –Doutora em Serviço Social. Assistente Social em autarquias locais (1980-2012). Docente no Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa – Universidade Lusíada de Lisboa

Sinopse :

Teremos nós consciência da forma como comunicamos, nas interações do dia-a-dia profissional, as nossas perceções sobre o envelhecimento e o ser idoso? Para a dinamização desta oficina, inspiramo-nos na metodologia CARM (Conversation Analitic Role-play Method) desenvolvida por Elisabeth Stokoe. Esta metodologia utiliza gravações de interações verbais em contextos naturais (sessões de trabalho com utentes, por ex.) e respetivas transcrições. Os dados serão co-analisados com os participantes.

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho
Envelhecimento ativo e diálogo entre gerações: O contributo do projecto MRIR

Orientador:

Carolina Carvalho | Instituto de Educação – Universidade de Lisboa

Sinopse :

Neste grupo de trabalho procuramos apresentar e debater alguns exemplos centrados nas metodologias de resgate da memória, de modo a mostrar como as experiências de escolarização se tornam um património de toda a comunidade, tornando possível realizar comparações, estabelecer relações entre grupos e entre gerações diferentes, constituíndo um importante estímulo para a coesão social, para a integração das comunidades e para a valorização das suas identidades

Título da Oficina:

Teatro Humano – Metodologias artísticas de intervenção junto dos idosos

Orientador:

Professora Doutora Rita Maria Bastos Wengorovius – Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa – IPL

Sinopse :

Os participantes irão realizar exercícios de TEATRO UMANO aplicados ao envelhecimento criativo e ás técnicas teatrais de Teatro á janela. Criação e apresentação de performance ARTE É ESPERANÇA

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