Estatutos

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Regulamento Interno

INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL

Denominação, sede e fins

A INTERVENÇÃO-ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL, tomou esta designação por escritura pública de onze de novembro de dois mil e cinco, lavrada no cartório notarial de Chaves, ocupa 4 folhas, tem aposto o selo branco do referido cartório, estando todas numeradas e rubricadas pelo notário. A INTERVENÇÃO rege-se pelos estatutos, cuja sumula foi publicada no Diário da República número mil seiscentos e dois, terceira série, de 23 de Janeiro de dois mil e seis e pela alteração introduzida em Assembleia Geral de cinco de setembro, registada no cartório notarial de Ponte de lima em 30 e setembro de 2014.

Este Regulamento Interno, foi aprovado em assembleia geral de 5 de Setembro do ano de dois mil e catorze revisto à luz dos estatutos da associação, com as alterações introduzidas na sua alteração, e visa regular a ação da INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARAPROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL.

A Associação continua a denominar-se INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL e é constituída por tempo indeterminado, tem âmbito nacional e não tem fins lucrativos.

A sede da Associação situa-se em Lagarelhos, na Rua da Capela, freguesia de S. Pedro de Agostém, 5400-759 Chaves.

A Associação adota como endereço postal o Apartado 609 código postal 5400-908 Chaves.

A INTERVENÇÃO – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL tem por finalidade promover em todo o território nacional:

  1. A formação nas áreas do social, cultural, educativo,  artístico nomeadamente no teatro, associativismo, gerontologia, geriatria, turismo, desenvolvimento local, fantoches e formas animadas;
  2. A formação de Animadores Socioculturais e agentes intervenção na vertente do social, cultural e educativo.
  3. A edição de livros, revistas e outros nos domínios descritos em um;
  4. A organização e realização de encontros, seminários, jornadas, palestras, conferências, congressos nacionais e internacionais nas áreas referidas em um.

  1. Poderão ser sócios todas as pessoas individuais, independentemente da sua nacionalidade  ou sexo, que aceitem concorrer para a concretização dos objetivos expressos nos estatutos da INTERVENÇÃO e se comprometam a respeitá-los bem como às demais normas aprovadas pelos órgãos sociais.
  2. Os sócios serão agrupados de acordo com os direitos e deveres para com a Associação em sócios efetivos.
  3. São direitos dos sócios efetivos:
    1. Elegerem e serem eleitos para os órgãos da associação;
    2. Participarem em todas as atividades promovidas pela associação;
    3. Serem informados de toda a vida associativa, através da assembleia geral ou de outros órgãos;
    4. Não serem excluídos da associação sem prévia deliberação da Assembleia geral da associação;
  4. São deveres dos sócios efetivos:
    1. Contribuir para o engrandecimento e afirmação da Associação em todo o território nacional através do empenhamento e ação voluntária na realização de ações inscritas no seu plano de atividades;
    2. Exercer, no interesse comum dos associados e no cumprimento dos objetivos estatutários, os cargos para que sejam eleitos;
    3. Cumprir as decisões dos órgãos da associação nos termos dos estatutos, do Regulamento Interno e da Lei,-

  1. São órgãos da Associação  a Assembleia Geral, A direção e o Conselho Fiscal.
  2. O mandato dos órgãos sociais é de três anos.
  3. Os membros dos órgãos sociais devem exercer os seus cargos com zelo e assiduidade, perdendo o seu mandato se faltarem a mais de três reuniões seguidas sem motivo justificado.
  4. Os membros dos órgãos sociais podem renunciar ao mandato, devendo solicitá-lo ao Presidente da Assembleia Geral, que sobre o pedido se deverá pronunciar no prazo de trinta dias úteis.
  5. Se a Direção se demitir ou perder a maioria dos seus membros, o Presidente da Direção comunicará ao Presidente da Assembleia Geral, que por sua vez convocará uma Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral no prazo de trinta dias úteis, para eleição de uma nova Direção.
  6. Durante este período, os membros da Direção demissionária manter-se-ão em funções de gestão corrente.
  7. No caso de demissão da Mesa da Assembleia Geral e/ou do Conselho Fiscal, ou da maioria dos seus membros, a Direção convocará uma assembleia geral Extraordinária para preenchimento dos cargos vagos.
  8. Sempre que se verifique a renúncia ou perda de mandato de qualquer dos membros dos corpos sociais da INTERVENÇÃO, compete ao Presidente da Assembleia Geral:
    1. Dar conhecimento aos restantes membros dos corpos sociais;
    2. Convocar uma reunião de todos os órgãos visando a análise da situação criada;
    3. Chamar ao exercício de funções um sócio e submetê-lo à aprovação da assembleia Geral.
  9. Os membros da Direção são convocados para as reuniões ordinárias pelo respetivo Presidente, ou por quem o substitua no momento, com a antecedência mínima de vinte e quatro horas, e só podem deliberar com a presença da maioria dos diretores em exercício de funções.
  10. As deliberações são tomadas por maioria de votos dos presentes, tendo o Presidente ou quem o substitua o direito de voto de qualidade em caso de empate.
  11. Os membros dos órgãos sociais são eleitos em lista completa que deverá ser apesentado ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral cessante, até 8 dias úteis, antes da Assembleia Eleitoral.
  12. Os membros propostos para os órgãos sociais deverão fazer declaração de aceitação, não podendo figurar em mais do que uma lista.
  13. Os boletins e voto, onde constarão os nomes dos candidatos, serão em papel impresso da INTERVENÇÃO sem marca ou sinal exterior.
  14. As eleições far-se-ão por escrutínio secreto, sendo proclamada eleita a lista mais votada.
  15. Se dentro dos prazos previstos não aparecer nenhuma lista concorrente e a situação se mantiver durante a Assembleia geral, deverá o Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicitar aos corpos gerentes cessantes que se mantenham em funções por um período de trinta dias úteis e deverá convocar uma nova Assembleia Geral Extraordinária e dinamizar o processo eleitoral, no sentido de ultrapassar a situação criada.

  1. A Assembleia geral é constituída por todos os sócios admitidos há, pelo menos, dois meses, e não estejam suspensos.
  2. A Assembleia Geral é dirigida pela respetiva mesa que se compõe de um Presidente, um primeiro Secretário e um segundo Secretário.
  3. Na falta ou impedimento de qualquer dos membros da Mesa da Assembleia geral, competirá a esta eleger os respetivos substitutos de entre os associados presentes, os quais cessarão funções no final da reunião.
  4. Compete à Mesa da Assembleia Geral :
    1. Dirigir, orientar e disciplinar os trabalhos da assembleia;
    2. Representar a Associação nos casos em que tal seja necessário;
    3. Decidir sobre os protestos e reclamações respeitantes aos atos eleitorais,  sem prejuízo de recurso nos termos legais;
    4. Conferir posse aos membros dos corpos sociais eleitos.
  5. Compete à Assembleia Geral deliberar sobre todas as matérias não compreendidas nas atribuições legais ou estatutárias dos outros órgãos nomeadamente:
    1. Definição das linhas fundamentais de atuação da Associação;
    2. Eleger e destituir, por votação secreta, ao membros da Mesa, da Direção e do Conselho Fiscal;
    3. Apreciar e votar anualmente o plano da atividades e orçamento, para o ano seguinte, bem como o relatório de e contas da Direção;
    4. Deliberar sobre a aquisição onerosa e alienação, a qualquer título, de bens imóveis e de outros bens patrimoniais de rendimento, de valor histórico ou artístico;
    5. Deliberar sobre a alteração dos Estatutos, Regulamento Interno e ainda sobre a a extinção ou fusão da Associação;
    6. Deliberar sobre a aceitação de integração de uma instituição e respetivos bens;
    7. Autorizar a associação a demandar os membros dos corpos Diretivos por atos praticados no exercício as suas funções;
    8. Aprovar a adesão a Uniões, Federações ou Confederações nacionais ou estrangeiras;
  6. A assembleia Geral reunirá ordinariamente:
    1. No final de cada mandato;
    2. Durante o mês de dezembro de cada ano para votação do Plano de Atividades e orçamento do ano seguinte;
    3. Até 31 de Março de cada ano para votação do relatório e contas do ano anterior.
  7. A Assembleia Geral reunirá em sessão extraordinária quando convocada pelo Presidente da Mesa da assembleia Geral; a pedido da direção; a pedido do Conselho Fiscal ou por requerimento de, pelo menos, 20% dos Associados em pleno gozo dos seus direitos.
  8. As convocatórias deverão ser enviadas para os sócios por correio eletrónico e, no caso de não existir este meio, por carta através dos correios.
  9. Poderá haver votação através de meios diretos de internet, sempre que algum dos sócios manifeste a vontade de participar na votação e não lhe seja possível estar presente.

  1. A direção é constituída por um Presidente, um Vice Presidente, um Secretário, um Tesoureiro e um Vogal.
  2. No caso de vacatura do cargo de Presidente, ou outro elemento, será aplicado o regime e substituição de acordo com a hierarquia diretiva.
  3. Todos os membros dos outros órgãos poderão assistir às reuniões da Direção mas sem direito a voto.
  4. Compete à Direção gerir a Associação e representá-la bem como:
    1. Garantir os direitos dos sócios;
    2. Elaborar anualmente e submeter ao Conselho Fiscal o relatório e contas;
    3. Elaborar o orçamento e plano de atividades para o ano seguinte;
    4. Assegurar a organização e funcionamento dos serviços, bem como a escrituração nos livros nos termos da lei;
    5. Contratar e organizar o eventual quadro de pessoal;
    6. Representar a Associação em juízo e fora dele;
    7. Zelar pelo cumprimento da lei dos estatutos, regulamento interno, e das deliberações emanadas dos órgãos Diretivos da Associação.

Compete ao presidente da Direção:

  1. Superintender na administração da associação, orientando e fiscalizando os respetivos serviços;
  2. Convocar e presidir às reuniões da Direção, dirigindo os respetivos trabalhos;
  3. Representar a associação em Juízo e fora dele;
  4. Assinar e rubricar os termos e abertura e encerramento   e as folhas do livro de atas da   Direção;
  5. Despachar assuntos normais de expediente e outros que careçam de solução urgente, sujeitando estes últimos à confirmação da Direção na primeira reunião seguinte ao ato.

Compete ao Vice Presidente:

  1. Em articulação com o Presidente deve: Superintender na administração da associação, orientando e fiscalizando os respetivos serviços;
  2. Convocar e presidir às reuniões da Direção, dirigindo os respetivos trabalhos na ausência do Presidente;
  3. Representar a associação em Juízo e fora dele;
  4. Substituir o Presidente no impedimento deste;
  5. Despachar assuntos normais de expediente e outros que careçam de solução urgente, sujeitando estes últimos à confirmação da Direção na primeira reunião seguinte ao ato.

Compete ao Secretário

  1. Lavrar as atas das reuniões da Direção e superintender nos serviços de expediente;
  2. Prepara a agenda de trabalhos para as reuniões da Direção, organizando processos dos assuntos a serem tratados;
  3. Superintender nos serviços de secretaria.

Compete ao Tesoureiro

  1. Receber e guardar os valores da Associação:
  2. Promover a escrituração de todos os livros de receita e despesa;
  3. Assinar as autorizações de pagamento e guias e receita, conjuntamente com o Presidente ou Vice Presidente;
  4. Apresentar mensalmente à Direção o balancete em que se discriminam as despesas e as receitas o mês anterior;
  5. Superintender nos serviços de contabilidade e secretaria.

Compete ao Vogal

Apoio à direção nas tarefas de gestão.

  1. A Direção reunirá sempre que julga necessário por convocação do Presidente e, obrigatoriamente, uma vez por mês.
  2. Nas operações financeiras são obrigatórias duas assinaturas, sendo sempre uma do Tesoureiro e a outra do Presidente ou do Vice Presidente.
  3. Nos atos de mero expediente bastará a assinatura de qualquer membro da Direção.

  1. O Conselho Fiscal é composto por três membros, sendo um Presidente um primeiro vogal e um segundo vogal.
  2. No caso de vacatura do cargo de Presidente, será o mesmo preenchido pelo primeiro vogal e este substituído por um associado proposto pela Direção ao Presidente da Mas da assembleia Geral, constando o ato da substituição em ata específica.
  3. Compete ao Conselho Fiscal:
    1. Exercer a fiscalização sobre a escrituração e documentos da Associação sempre que tal se justifique;
    2. Assistir ou fazer-se representar por um dos seus membros às reuniões do órgão executivo, sempre o julgue conveniente;
    3. Dar parecer sobre o relatório e contas e outros assuntos que o órgão executivo submeta à sua apreciação;
  4. O Conselho Fiscal poderá solicitar à Direção elementos que considere necessários ao cumprimento das suas atribuições, bem como propor reuniões extraordinárias para discussão, com aquele órgão, de determinados assuntos cuja importância o justifique.
  5. O Conselho Fiscal reunirá sempre que julgar conveniente, por convocação do Presidente e, obrigatoriamente, pelo menos uma vez por ano.

  1. As receitas da Associação INTERVENÇÃO compreendem:
    1. Subsídios;
    2. Donativos;
    3. Patrocínios
    4. Venda de artigos e serviços;
    5. Outros provenientes de atividades da Associação;
    6. Quaisquer outras receitas não especificadas e de carater legal.

Constituem encargos da associação:

  1. Os encargos com a sede.
  2. Os custos de deslocações de técnicos e diretores quando ao serviço da Associação.
  3. Os encargos com técnicos, animadores, formadores e outros especialistas quando exercerem funções ao serviço da Associação.
  4. Os encargos com as atividades, ações de formação, congressos, jornadas, seminários, fóruns e com a edição de livros jornais e revistas.
  5. Os encargos de expediente, água, luz, telefone, internet e outros.
  6. Despesas com publicidade.
  7. Outras despesas não especificadas.

O poder disciplinar na INTERVENÇÃO é exercido pela Direção dando sempre conhecimento à Assembleia Geral através do seu Presidente.

Os autores de infrações e de comportamento anómalos ficam sujeitos às seguintes penalidades:

  1. Repreensão registada;
  2. Suspensão até noventa dias;
  3. Expulsão.

As penalidades referidas em b) e c) serão obrigatoriamente votadas em Assembleia Geral.

  1. O presente Regulamento Interno, aprovado em Assembleia geral de cinco de Setembro de dois mil e catorze, entra em vigor após a publicação da alteração dos estatutos.
  2. Este Regulamento é composto por treze artigos.
  3. As disposições do presente Regulamento Interno prevalecem sobre quaisquer normas anteriores ou em contradição com elas.
  4. Em caso de dissolução todos os bens materiais da Associação reverterão para entidades de interesse social e comunitário.

Ponte de Lima, cinco de Setembro de dois mil e catorze
 

A Presidente da Assembleia Geral

José Eduardo de Matos Lisboa

O primeiro Secretário

Lúcia Pereira da Cunha

O segundo Secretário

João Francisco Lopes Xavier

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Oficinas/Workshops/Mesas redondas

Título da Oficina:

Como educar para a ética comunitária e participativa

Orientador:

Professor Doutor José Angel Lopez Herrarias

Sinopse :

Pretende-se valorizar as ideias, os ideais, os valores e as atitudes com vista à aprendizagem da pedagogia do viver uns com os outros

Título da Oficina:

Oficina de Animação Musical: música para todos

Orientador:

Dr. Luís de Carvalho

Sinopse :

Pretende-se com a seguinte oficina explorar técnicas e práticas de Animação Musical no trabalho com diferentes populações que poderão incluir músicos, não músicos e curiosos, através de um processo de criação musical coletivo, inclusivo e participativo que contribua para uma maior coesão social e consequentemente maior respeito pela diversidade.

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: O associativismo e a participação comunitária

Orientador:

Albino Viveiros – Camara Municipal do Machico

Sinopse :

Neste grupo de debate pretende-se refletir sobre o papel do associativismo nas dinâmicas das comunidades e ainda como meio de educação para a participação

Título da Oficina:

Técnicas para ensinar a participar / a Animação como uma didática da participação

Orientador:

Professor Doutor Victor Ventosa

Sinopse :

Trabalhar a música dentro de uma metodologia participativa e criativa

Esta oficina só funciona na sexta-feira

Título da Oficina:

Educação Intergeracional e a participação dos idosos

Orientador:

Professor António Leal

Sinopse :

Promover a intergeracionalidade como meio de interação e de participação com o desenvolvimento social, cultural e educativo.

Título da Oficina:

Workshop: Os bastidores da Educação Inclusiva: Formal vs Informal

Orientador:

Mestre Maria Joana Soares de Almeida

Sinopse :

Este é um espaço sem manuais, sem remédios, sem carimbos, sem chapa 5, sem fórmulas certas e por isso este é o espaço certo.
Este Workshop tem como objetivo, através de um espaço vivencial, partilhar as nossas histórias e conhecer as histórias dos nossos alunos. A sua finalidade é desconstruir protocolos escritos e refletir sobre como cada de um de nós pode ter um impacto relevante no sucesso de todos os alunos.

Título da Oficina:

WORKSHOP: Dançar a morte: para uma coreografia de autor

Orientador:

Doutoranda Marta Maciel

Sinopse :

A morte obedece a uma coreografia única, integra os movimentos criados pela vida vivida, um ritmo pautado pelos sons e silêncios que a preencheram e implica outros bailarinos, mais ou menos preparados. E tem sempre espectadores. Esta última dança que todos viveremos, de forma mais ou menos consciente, permite uma assinatura de autor. Este workshop é um convite à criação, à reflexão, à celebração da vida e à consciencialização da morte como parte integrante de todos os ciclos.

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: Sobre do que falamos quando falamos de Intervenção Social

Orientador:

Professora Doutora Maria Conceição Pinto Antunes

Sinopse :

O objetivo deste grupo de trabalho centrar-se-á em debater e tornar clara a finalidade e as metodologias da intervenção socioeducativa e comunitária no sentido de desmistificar práticas, nos nossos dias muito difundidas, ou de intervenções omissas, baseadas apenas em relatórios resultantes de visitas e conversas informais e ou formais ocasionais, ou em intervenções meramente assistencialistas, demonstrando que estas práticas, não devem nem podem denominar-se de intervenção social e ou comunitária.

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: A cidade como espaço educativo.

Orientador:

Professora Doutora Débora Mazza

Sinopse :

Ancorada em escritos de Paulo Freire, em particular, A educação na cidade e Política e educação o grupo de trabalho objetiva discutir sobre o direito à cidade e a cidade como um território a partir do qual os diferentes grupos sociais se inserem e se inscrevem com marcadores particulares de identidade, relações e pertencimento.

Título da Oficina:

Oficina como criar projetos educativos Criativos

Orientador:

Doutoranda Ana Caridade

Sinopse :

Estimular e desenvolver o potencial criativo que existe em cada um de nós

Título da Oficina:

Oficina: Técnicas e recursos para educar em valores através das emoções

Orientador:

Professora Doutora Itahisa Pérez-Pérez
Professora Doutora vicenta gisbert Caudeli

Sinopse :

Nesta oficina iremos acompanhar as pessoas presentes para despertar a curiosidade e os valores rompendo as paredes e estruturas mentais que estabelecemos. Promovendo a sua participação, entraremos numa oficina prática e vivencial onde a música, o corpo, o movimento e a mente terão os seus protagonistas.
Por meio da imaginação e da criatividade, descobriremos a arte de ser emocional. Identificaremos nossas emoções e as dos outros como primeiro passo para aprender a administrá-las e a se relacionar de maneira saudável com as pessoas. Essa premissa é fundamental como agentes de mudança e transformação social.

Título da Oficina:

Oficina escolarização obrigatória: brasil e argentina

Orientador:

Cybele Barbosa Brahim – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo

Sinopse :

Este grupo de trabalho tem por objetivo realizar reflexões sobre as políticas públicas que orientam a escolarização obrigatória nos contextos do Brasil e da Argentina.

Título da Oficina:

Workshop: O papel do educador social na construção de caminhos para a Inclusão

Orientador:

Professora Doutora Paula Vaz

Sinopse :

Este workshop tem como finalidade a reflexão em torno do papel do educador social, no contexto de uma equipa multidisciplinar, na promoção da Inclusão. A dinamização do workshop passará pela apresentação de contextos específicos de trabalho deste profissional e pela construção, em pequenos grupos de trabalho, de propostas de intervenção socioeducativa específicas.

Título da Oficina:

Oficina da oralidade: aprender a falar e a expressar-se em público

Orientador:

Professor Francesc Fenollosa i Ten

Sinopse :

Nesta oficina vamos tirar partido de técnicas que já conhecemos, mas que podemos ter esquecido. Usaremos dobragem e ferramentas gratuitas que servem como um espelho de nosso aprendizado.

Título da Oficina:

Oficina educação para o autocuidado: cultivando saúde

Orientador:

Luciane Serrate Pacheco Bacheti – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo – Campus São Mateus, Brasil
Artur Fernando Arêde Correia Cristóvão – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal

Sinopse :

Esta oficina tem por objetivo realizar reflexões sobre processos educativos formais, não formais e informais no entrelaçamento entre educação e saúde para aquisição de habilidades do autocuidado e impacto na difusão de comportamentos e atitudes que conduzam à concretização de sociedades mais solidárias: cuidar-se, cuidar do outro, da comunidade e do planeta.

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: Sobre Animação Sociolaboral

Orientador:

Mestre Daniela Mendes
Mestre em Ciências da Educação- especialização em Animação em ASC .

Sinopse :

Pretende-se com o grupo de trabalho debater sobre os conceitos de educação e animação sociolaboral, salientando a importância do tempo livre, tempo de ócio, tempo de lazer no setor empresarial, apelando à necessidade de valorizar e aproveitar o tempo liberto dos trabalhadores de forma significativa e animada. Este debate dirige-se para as pessoas com interesse e curiosidade de partilhar opiniões e observações sobre o assunto em questão

Título da Oficina:

WORKSHOP: Uso de APPS para telemóvel

Orientador:

Professor Doutor Mário Viché

Sinopse :

Utilização de APPS para “telemovel” que favorecem a inclusão e a participação. Análise crítica dialógica de exemplos práticos (fornecidos pelo coordenador do workshop)

Título da Oficina:

Grupo de Trabalho: Prisão e Educação: projetos antagônicos, mesmos sujeitos

Orientador:

Professora Doutora Vanessa Rodrigues

Sinopse :

A proposta do presente grupo de trabalho está pautada na constatação de que a educação e a prisão, nesta última no que se refere a tutela, possuem objetivos distintos: enquanto a prisão prende o corpo, a educação busca libertar pelo conhecimento. Neste sentido, carregando objetivos que se confrontam, a educação precisa assumir sua identidade libertadora e encontrar no ambiente hostil, possibilidades de reflexões mais profundas.

Título da Oficina:

Workshop: MARA o potencial da narrativa em dança

Orientador:

Professora Doutora Paula Lebre e Mestre Ana Caridade

Sinopse :

O imaginário das histórias impulsionam um movimento mais consciente, mais livre e criativo, impregnado de uma intenção e metáfora fundida com a narrativa. Tendo em vista a apresentação do potencial da narrativa de histórias em dança inclusiva, nesta oficina serão apresentadas seis histórias (A Clareira do Mago IUR, O sonho… de um mundo inclusivo, A Sabedoria do RIO Kauana, O segredo da ondina Amana, A Árvore Buriti celebrada no Encontro, Mara encontra a Loba Kim), que foram desenvolvidas para facilitar a exploração de qualidades do movimento e de aspetos socioemocionais, cognitivos e estéticos.

Título da Oficina:

Oficina: Descobrir o Circo Social

Orientador:

Dr. António Alcântara

Sinopse :

Venham descobrir as potencialidades do circo social. Um espaço onde os participantes abordam o conceito de circo social, a figura do profissional e o funcionamento de uma formação centrada no método dialógica e prático. Podem aprender e fazer um pequeno circo social.

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